Organize ou minifique consultas SQL para MySQL, PostgreSQL, SQL Server, SQLite e Oracle
Cole a consulta na caixa da esquerda ou clique no ícone da varinha para carregar um exemplo. O resultado aparece à direita enquanto você digita.
Selecione MySQL, PostgreSQL, SQL Server, SQLite, Oracle ou SQL padrão para que nomes entre aspas, comentários e textos sejam lidos como o seu banco de dados os lê.
Use 2 espaços, 4 espaços ou tab, e escolha MAIÚSCULAS, minúsculas ou "manter como digitado" para palavras-chave como SELECT e WHERE.
Clique em Copiar para colar a consulta no seu editor ou em Baixar .sql para salvá-la. Clique em Minificar para obter uma versão compacta em uma linha.
Cada cláusula principal começa em uma linha própria e o conteúdo fica indentado logo abaixo. As colunas de SELECT, GROUP BY e ORDER BY vão uma por linha, os joins se alinham sob o FROM, e as condições AND / OR de WHERE, HAVING e ON são separadas para que cada condição seja fácil de encontrar.
Subconsultas entre parênteses ficam indentadas em bloco, expressões CASE têm cada WHEN e ELSE em uma linha, e as CTEs (WITH) mantêm uma consulta por CTE. O que é curto continua em uma linha só: chamadas de função como COUNT(*), listas IN (1, 2, 3) e LIMIT 10.
O layout é o mesmo para todos os dialetos; a opção muda a forma de ler o texto. MySQL e MariaDB usam `crases` para nomes, # para comentários e barra invertida como escape em textos. O PostgreSQL aceita textos entre $$ e o cast ::. SQL Server e SQLite leem nomes [entre colchetes], e o SQL Server também lê tabelas #temporárias e @variáveis.
Se estiver em dúvida, o SQL padrão funciona para a maioria das consultas. Troque o dialeto quando algum nome ou texto parecer quebrado no resultado.
A ferramenta nunca reescreve sua consulta: valores de texto, nomes de tabelas e colunas e comentários permanecem exatamente como você escreveu. Palavras-chave e funções conhecidas (COUNT, SUM, COALESCE...) seguem a caixa escolhida, enquanto nomes que apenas parecem palavras-chave, como uma coluna chamada "name" ou "date", não são alterados.
É um formatador, não um validador. Ele não conhece o seu esquema e não confere a sintaxe com um banco de dados, mas avisa sobre aspas, comentários ou parênteses sem fechar e mostra a linha e a coluna, que costuma ser onde está o erro de digitação.
Minificar remove quebras de linha, espaços extras e comentários, gerando uma única linha para colar em um script, um arquivo de configuração ou um log. Os comentários são removidos porque um comentário "--" engoliria o resto da linha. Dicas do otimizador como /*+ INDEX(t i) */ são mantidas, pois mudam a execução da consulta.
Seu SQL é formatado no navegador e nunca é enviado a um servidor. Isso o torna seguro para consultas com nomes de tabelas, dados de clientes em valores literais ou qualquer coisa que você não colaria em um serviço online. Dialeto, indentação e caixa das palavras-chave ficam salvos no seu navegador para a próxima vez.
Cole-a na caixa da esquerda. Ela é formatada automaticamente enquanto você digita; também é possível clicar em Formatar. Depois copie o resultado ou baixe como arquivo .sql.
Sim. Escolha o dialeto na lista. Ele afeta a leitura de nomes entre aspas, comentários e textos, por exemplo `crases` no MySQL, [colchetes] no SQL Server ou textos $$ no PostgreSQL.
Não. Só mudam espaços, quebras de linha e a caixa das palavras-chave. Textos, nomes e comentários são mantidos, então a consulta executa exatamente como antes.
Não, ele formata o que você envia e não confere a sintaxe com um banco de dados. Mas avisa sobre aspas, comentários ou parênteses sem fechar e indica a linha e a coluna.
Transforma a consulta em uma única linha, sem comentários nem espaços extras. Dicas do otimizador como /*+ ... */ são mantidas porque afetam a execução.
Não. Tudo roda no seu navegador, então você pode usar com consultas de produção. Apenas as escolhas de dialeto, indentação e caixa das palavras-chave são salvas localmente.
Sim. É grátis, não exige cadastro e não tem limite de tamanho nem de quantidade de consultas.